6 de maio de 2018

depois da tempestade, vem a calmaria

6 de maio de 2018
Maio começou feliz. Serei tia pela terceira vez, agora de mais um menino (tenho um casal de sobrinhos já). Eu sou tão apaixonada pelos meus sobrinhos, que essa notícia só fez o meu peito se encher ainda mais de amor.

Ando mais tranquila e com o coração leve. A primeira semana de provas do semestre passou e ainda estou recebendo os resultados das provas, mas por enquanto tudo está sobre controle. E o emprego anda bem, já me adaptei a rotina e os choros cessaram.

To mais calma em relação a tudo e to procrastinando bastante nas minhas leituras. Nos finais de semana quando não vou visitar minha família, eu passo deitada assistindo comédias românticas bregas, enquanto me entupo de brigadeiro. E não tem nada que me deixa mais em paz do que isso.

Entrei em uma fase bem calma e tranquila, feliz com todas as escolhas que fiz. E vivendo um dia de cada vez, aproveitando os momentos simples. Pois o tempo ajeita tudo e a vida é isso.




8 de abril de 2018

seguimos não tão firme, mas seguimos

8 de abril de 2018
Bom, no meio de tudo deu vontade de escrever.

Nos últimos tempos tenho chorado muito, a maioria das vezes a vontade de chorar vem sempre quando eu estou no meio da rua. Acho que isso é um demonstrativo que a vida adulta chegou. Comecei a trabalhar já faz uns 50 dias, estou me adaptando ainda, tenho uma relação de amor e ódio com o emprego, porém sigo firme. 

Ando saindo bastante, indo ao barzinho perto da faculdade, rido muito, porém me sinto 30 vezes mais sozinha. Sinto muita falta de ter alguém pra conversar sobre assuntos cotidianos clichês, sinto falta de ter alguém ali, só pra sorrir no final do dia e dizer que amanhã vai ser um dia melhor. Sinto falta da minha família. 

Engraçado, depois de um ano morando longe da família estou tendo minha primeira crise de realidade e está sendo tão horrível. Acredito que o motivo é de estar tendo uma rotina tão corrida e cansativa, isso acaba com o emocional. Mas como já mencionei, seguimos firme, as vezes não tão firme, mas seguimos. 

Sintonizo que tudo é temporário, que vai passar. Eu tenho muita fé nisso e é pensando assim que estou conseguindo ter forças pra levantar todas as manhãs. 

Enfim, tristezas vem e vão.


17 de março de 2018

não sei

17 de março de 2018

Não é como se eu ainda pensasse em nós.
Não é como se eu ainda chorasse por você.

Não é como se eu já não soubesse que você está com alguém,
não é como se eu já não soubesse que você está construindo uma casa
e pensando em casar.

Eu só não sei porque,
o meu corpo ainda gela toda vez que eu vejo alguém
e penso que é você.  

18 de fevereiro de 2018

Da janela

18 de fevereiro de 2018

A um ano, moro nesta cidade.
A um ano, sei o que é morar sozinha longe da família.
A oito meses, tenho esta visão da janela.

7 de fevereiro de 2018

Talvez

7 de fevereiro de 2018
filme bonitinho, cartaz idem.
(Imagem daqui)
Pensei, pensei e sim. Eu devo escrever sobre você.

Primeiramente vou começar pedindo desculpas. Sempre fui covarde e nunca me deixo sentir demais, não mais.

Agora, te pergunto você nem desconfiava? Eu tentei demonstrar desde o começo que não fazia o tipo que encarava namoros sérios e almoço com os sogros no domingo.

Mas eu tentei, do meu jeito, mas tentei. Eu tentei quebrar as minhas barreiras. Tentei sentir mais, tentei recomeçar e deixar o passado lá.

Mas todas as madrugadas, quando os seus braços estavam ao meu redor, eu sabia que não ia conseguir. O meu erro foi continuar apertando nessa tecla, foi continuar insistindo e deixar você cada vez mais esperançoso.

Eu senti medo quando a campainha tocou, pois eu sabia que era você pedindo explicações. Eu sorri fraco, te deixei entrar e dei uma explicação meia boca, eu tremia quando concordei que ainda podíamos ser amigos (nós dois sabemos que não vai acontecer), odiei quando você disse que ia estar sempre lá, caso um dia eu sinta saudades (você não pode fazer isso com você mesmo) e por fim, destranquei a porta pela última vez e deixei você ir embora.

Você nunca coube na minha solidão.

Talvez eu não tenha sido feita para viver amores calmos e certeiros.

E com certeza, você não foi feito para viver um amor solitário.

4 de fevereiro de 2018

O dia que eu ganhei uma cortesia do Skoob

4 de fevereiro de 2018
Bom, a plataforma Skoob  é onde você pode criar sua estante virtual. Lá você pode catalogar os livros que está lendo, já leu, quer ler e abandonou. Você pode fazer resenhas dos livros, avaliar os livros que já leu e ficar sabendo dos últimos lançamentos literários. Ah também pode participar de sorteios, isso mesmo!
O Skoob tem parceria com as editoras e rola sempre sorteio de livros por lá e se você ganhar recebe o livrinho na sua casa, sem custo algum.

Então lá em meados de julho, estava eu de férias na minha casa lá em Brusque, até que o correio bate na minha casa entregando um livro. Eu nem sabia que tinha ganhado (você não recebe nenhuma notificação quando ganha o sorteio). No primeiro momento fiquei tentando lembrar se tinha comprado algum livro na intent hahaha, até que me toquei. E eu fiquei mega feliz, porque foi a primeira vez na vida que ganhei um sorteio.

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O livro que eu ganhei é o Mentiras Como o Amor, da autora Louisa Reid. Fala sobre depressão, livro fortíssimo. Comecei a leitura agora nas férias da faculdade e to gostando muito! E ainda por cima tem essa capa maravilhosa de linda!!


Então galera, sim o sorteio realmente é real. Funciona, participem mesmo! hahahh. Pode demorar um pouco para você ganhar, porém um belo dia o correio pode bater na sua casa!
Vocês tem Skoob? Já ganharam alguma vez?

21 de janeiro de 2018

O ano virou

21 de janeiro de 2018

Nesses 21 dias de 2018 eu já fiz tanta coisa. Já fui a uma cachoeira duas vezes e nas duas vezes começou a chover. Fui parar na festa de aniversário de um desconhecido (pois é, pois é). Joguei “eu nunca”, brinquei de kareoque com minhas irmãs, cuidei dos meus sobrinhos.

Comi muito doce, muito lanche e fui a praia. Bebi num bar, cantei junto com a bandinha e dancei ao som de funk. Bebi caipirinha de kiwi, morango, abacaxi e de cerveja. Ri muito e festejei muito a vida que tenho.



2017 foi um ano e tanto, um ano de liberdades. 2018 será um ano e tanto, a bagagem pesa sim, a saudade dói e muito, mas a felicidade, ahh felicidade, ela sempre vem.

Faltam apenas 15 dias para eu voltar para a minha realidade, porém o peito está tão cheio de paz, que nada importa mais! 

FELIZ 2018 A TODOS, CHEIO DE PAZ E AMOR! 
(o resto corremos atrás!)