23 de julho de 2018

JULHO

23 de julho de 2018
Julho, para mim sempre foi disparado o melhor mês (ficando atrás apenas de dezembro). É o mês das férias, o mês do meu aniversário e o lembrete de que 6 meses do ano já se foram.

Completei 19 anos e só tenho a agradecer, por todas as oportunidades, pelo amadurecimento e pelas realizações.

Nessas férias, voltei aos meus amores, vulgo livros. Finalmente estou conseguindo concluir leituras que estava enrolando a meses. Comprei até livros novos, isso faz tão bem pro meu coração!! ahahahaha


Enfim, tudo anda fluindo. Nada como um dia após o outro, uma pausa, uma boa música e um bom livro.



28 de junho de 2018

Vinho, pijama e solidão

28 de junho de 2018

Aqui estou eu, junho acabando e com os pés nas férias.
Tantos sentimentos nesses últimos dias, choros, sorrisos, saudades. Que mês!

Mudei de apartamento, encerrei um ciclo que foi muito importante na minha vida. Mas que me mostrou que tem pessoas que entram nas nossas vidas para nos ensinar a não ser como elas.

Estou numa fase tão tranquila, fins de semana regados a vinhos, pijama, filmes e solidão. Livros e mais livros.

A faculdade (mesmo eu amando muito meu curso) cansa, o trabalho suga as forças e eu já acordo cansada esperando pela sexta-feira. As férias da faculdade estão sendo muito aguardadas.

Entretanto, o sentimento de que tudo está dando certo me abraça todas as noites.

Com fé e força, seguimos!

6 de maio de 2018

depois da tempestade, vem a calmaria

6 de maio de 2018
Maio começou feliz. Serei tia pela terceira vez, agora de mais um menino (tenho um casal de sobrinhos já). Eu sou tão apaixonada pelos meus sobrinhos, que essa notícia só fez o meu peito se encher ainda mais de amor.

Ando mais tranquila e com o coração leve. A primeira semana de provas do semestre passou e ainda estou recebendo os resultados das provas, mas por enquanto tudo está sobre controle. E o emprego anda bem, já me adaptei a rotina e os choros cessaram.

To mais calma em relação a tudo e to procrastinando bastante nas minhas leituras. Nos finais de semana quando não vou visitar minha família, eu passo deitada assistindo comédias românticas bregas, enquanto me entupo de brigadeiro. E não tem nada que me deixa mais em paz do que isso.

Entrei em uma fase bem calma e tranquila, feliz com todas as escolhas que fiz. E vivendo um dia de cada vez, aproveitando os momentos simples. Pois o tempo ajeita tudo e a vida é isso.




8 de abril de 2018

seguimos não tão firme, mas seguimos

8 de abril de 2018
Bom, no meio de tudo deu vontade de escrever.

Nos últimos tempos tenho chorado muito, a maioria das vezes a vontade de chorar vem sempre quando eu estou no meio da rua. Acho que isso é um demonstrativo que a vida adulta chegou. Comecei a trabalhar já faz uns 50 dias, estou me adaptando ainda, tenho uma relação de amor e ódio com o emprego, porém sigo firme. 

Ando saindo bastante, indo ao barzinho perto da faculdade, rido muito, porém me sinto 30 vezes mais sozinha. Sinto muita falta de ter alguém pra conversar sobre assuntos cotidianos clichês, sinto falta de ter alguém ali, só pra sorrir no final do dia e dizer que amanhã vai ser um dia melhor. Sinto falta da minha família. 

Engraçado, depois de um ano morando longe da família estou tendo minha primeira crise de realidade e está sendo tão horrível. Acredito que o motivo é de estar tendo uma rotina tão corrida e cansativa, isso acaba com o emocional. Mas como já mencionei, seguimos firme, as vezes não tão firme, mas seguimos. 

Sintonizo que tudo é temporário, que vai passar. Eu tenho muita fé nisso e é pensando assim que estou conseguindo ter forças pra levantar todas as manhãs. 

Enfim, tristezas vem e vão.


17 de março de 2018

não sei

17 de março de 2018

Não é como se eu ainda pensasse em nós.
Não é como se eu ainda chorasse por você.

Não é como se eu já não soubesse que você está com alguém,
não é como se eu já não soubesse que você está construindo uma casa
e pensando em casar.

Eu só não sei porque,
o meu corpo ainda gela toda vez que eu vejo alguém
e penso que é você.  

18 de fevereiro de 2018

Da janela

18 de fevereiro de 2018

A um ano, moro nesta cidade.
A um ano, sei o que é morar sozinha longe da família.
A oito meses, tenho esta visão da janela.

7 de fevereiro de 2018

Talvez

7 de fevereiro de 2018
filme bonitinho, cartaz idem.
(Imagem daqui)
Pensei, pensei e sim. Eu devo escrever sobre você.

Primeiramente vou começar pedindo desculpas. Sempre fui covarde e nunca me deixo sentir demais, não mais.

Agora, te pergunto você nem desconfiava? Eu tentei demonstrar desde o começo que não fazia o tipo que encarava namoros sérios e almoço com os sogros no domingo.

Mas eu tentei, do meu jeito, mas tentei. Eu tentei quebrar as minhas barreiras. Tentei sentir mais, tentei recomeçar e deixar o passado lá.

Mas todas as madrugadas, quando os seus braços estavam ao meu redor, eu sabia que não ia conseguir. O meu erro foi continuar apertando nessa tecla, foi continuar insistindo e deixar você cada vez mais esperançoso.

Eu senti medo quando a campainha tocou, pois eu sabia que era você pedindo explicações. Eu sorri fraco, te deixei entrar e dei uma explicação meia boca, eu tremia quando concordei que ainda podíamos ser amigos (nós dois sabemos que não vai acontecer), odiei quando você disse que ia estar sempre lá, caso um dia eu sinta saudades (você não pode fazer isso com você mesmo) e por fim, destranquei a porta pela última vez e deixei você ir embora.

Você nunca coube na minha solidão.

Talvez eu não tenha sido feita para viver amores calmos e certeiros.

E com certeza, você não foi feito para viver um amor solitário.